sábado, 30 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Mais que num instante
Eu quero saber o que se passa com você
O que dizem as suas historias,
Como andam os seus caminhos...
Me deixe entender quantas vidas tem a sua frente
atrás dos seus passos tao serenos
Como quem quer se esconder...
E aí, a relíquia que guardamos tao secreto
Nos demonstra que na vida
Qualquer um pode surgir...
Bem assim...
Em nossos passos distorcidos,
Para quem não nos conhece,
Seremos mais que dois amates,
Perdidos, vazios, sem sentido...
O que dizem as suas historias,
Como andam os seus caminhos...
Me deixe entender quantas vidas tem a sua frente
atrás dos seus passos tao serenos
Como quem quer se esconder...
E aí, a relíquia que guardamos tao secreto
Nos demonstra que na vida
Qualquer um pode surgir...
Bem assim...
Em nossos passos distorcidos,
Para quem não nos conhece,
Seremos mais que dois amates,
Perdidos, vazios, sem sentido...
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Entre a música e o livro
Hoje quero fazer uma canção
Que não tire ninguém do lugar
Que ninguém tenha vontade de dançar
Quero fazer uma canção só para mente
Que paralise os músculos do corpo
Que garanta que todos parem, não saiam do lugar
Uma canção que faça com que pensem
Que possibilite reflexão
Que ative os sentimentos
Que enraíze todos ao chão
Mas mantenha a mente livre
Acho que não quero mais escrever uma canção...
Hoje quero escrever um livro
Um livro repleto de mensagens importantes
Que todos possam entender e apreciar
Um livro sem borboletas voando
Sem nota de rodapé
Sem mensagem subliminar
Um livro que faça com que pensem
Que possibilite reflexão
Que ative os sentimentos
Que enraíze todos ao chão
Mas mantenha a mente livre
Acho que não quero mais escrever um livro...
Hoje quero fazer uma canção
Sem notas nem acordes
Sem melodia, sem métrica, sem compasso
Quero fazer uma canção que cause estranheza
Que cause repulsa
Que cause tamanha aversão que ninguém queira ouvir
Não, acho que não quero escrever uma canção...
Quero escrever um livro sem letras
Com páginas em branco
De tamanho irregular
Quero um livro, livre, liberto
Onde cada um se sinta abrigado
Como que ouve e dança uma canção singular
Hoje eu não quero dormir...
Que não tire ninguém do lugar
Que ninguém tenha vontade de dançar
Quero fazer uma canção só para mente
Que paralise os músculos do corpo
Que garanta que todos parem, não saiam do lugar
Uma canção que faça com que pensem
Que possibilite reflexão
Que ative os sentimentos
Que enraíze todos ao chão
Mas mantenha a mente livre
Acho que não quero mais escrever uma canção...
Hoje quero escrever um livro
Um livro repleto de mensagens importantes
Que todos possam entender e apreciar
Um livro sem borboletas voando
Sem nota de rodapé
Sem mensagem subliminar
Um livro que faça com que pensem
Que possibilite reflexão
Que ative os sentimentos
Que enraíze todos ao chão
Mas mantenha a mente livre
Acho que não quero mais escrever um livro...
Hoje quero fazer uma canção
Sem notas nem acordes
Sem melodia, sem métrica, sem compasso
Quero fazer uma canção que cause estranheza
Que cause repulsa
Que cause tamanha aversão que ninguém queira ouvir
Não, acho que não quero escrever uma canção...
Quero escrever um livro sem letras
Com páginas em branco
De tamanho irregular
Quero um livro, livre, liberto
Onde cada um se sinta abrigado
Como que ouve e dança uma canção singular
Hoje eu não quero dormir...
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